causas das injustiças sociaisno Brasil, como a perseguição religiosa, pobreza, abuso
de poder, e foi totalmente
contrário ao tradicionalismo da cultura européia no Brasil.
Amado não foi só um dos maiores escritores da segunda fase
do modernismo no Brasil, mas também foi uma pessoa muito
preocupada com o bem estar social dos direitos
humanos, da Bahia, estado onde nasceu.
O porquê de ler Jorge amado
tem como principal fonte a
história e a cultura do povo
brasileiro, pois em sua obras
mostram como característica
principal:
Regionalismo
Denúncia Social
Candomblé
Sensualidade
Comédia
Recebeu prêmio importantes
como:
Prêmio camões
Prêmio Jabuti
Seus romances trazem uma
beleza única que só a cultura
da
Bahia tem, seu dia dia, seus
costumes desde a conversas
no
boteco da esquina, a melodias
tocadas com o violão na garoa
da noite a beira mar, suas
mulheres fortes sofridas
sensuais e
guerreiras,
Seus homens trabalhadores e festeiros, sua gente guerreira
que apesar do suor e sofrimento nunca perde a vontade de
sorrir e de lutar por dias melhores. Por isso é tão gostoso ler e
falar de Jorge amado.
Agora vou te apresentar os 7 melhores romances de Jorge
Amado, que na minha opinião ajudaram a construir a história
da literatura modernista brasileira.
1. O País do Carnaval (1930)
Este não pode ficar de fora! Romance de estreia, escrito
quando Jorge Amado tinha dezoito anos, O país do Carnaval
(1931) é, apesar do título irônico, mais sombrio e introspectivo
que a maioria dos livros que fizeram dele o ficcionista mais
popular da literatura brasileira.
Nesse romance de geração, as dúvidas e angústias dos
personagens espelham a situação do país, que naquele
momento passava pela Revolução de 30 e procurava redefinir
seus rumos.
Escrito em 1936, quando o autor tinha apenas 24 anos,
Mar morto conta as histórias da beira do cais da Bahia,
como diz Jorge Amado na frase que abre o livro.
E a frase é uma verdadeira carta de intenções.Nenhum outro livro sintetizou tão bem o mundo pulsante
do cais de Salvador, com a rica mitologia que gira em torno
de Iemanjá, a rainha do mar.
É esse contraste entre o tempo do mito e o da história que
move Mar morto, envolvendo-nos desde a primeira página na
prosa calorosa de Jorge Amado. Cativante, envolvente e
muito suave, é um romance que encanta leitores do mundo
todo.
Desde o seu lançamento, em 1937, Capitães da Areia causou
escândalo: inúmeros exemplares do livro foram queimados
em praça pública, por determinação do Estado Novo.
Ao longo de sete décadas a narrativa não perdeu vigor nem
atualidade, pelo contrário: a vida urbana dos meninos pobres
e infratores ganhou contornos trágicos e urgentes.
Com a força envolvente da sua prosa, Jorge Amado nos
aproxima desses garotos e nos contagia com seu
intenso desejo de liberdade.
Lutas sangrentas, abuso de poder e autoridade,
corrompimento de personalidade, a busca por uma vida
melhor e corações apaixonados, fazem parte deste incrível
romance de Jorge Amado.
Onde traz duras críticas políticas e sociais, mostrando a
realidade de pessoas com pouco recursos, para uma vida
com mais dignidade. Livro muito emocionante e envolvente.
5. Gabriela, cravo e canela (1958)
O romance romântico e sensual, doce e apimentado
o sírio Nacib e a mulata Gabriela, um dos mais sedutores
femininos criados por Jorge Amado, tem como pano de fundo,
meados dos anos 1920, a luta pela modernização de Ilhéus,
em desenvolvimento graças às exportações do cacau.
A naturalidade e o jeito de Gabriela mostra como é ser uma
mulher “autêntica e sem frescuras” que busca viver seus
sentimentos sem magoar os outros, e sem se reprimir para
agradar a “sociedade da época”.
6. A morte e a morte de Quincas Berro d'Água (1961)
Um romance de novela histórica e cômica neste livro de
Jorge Amado onde ele leva a crítica social da época com
leveza e humor, para quem quer fugir um pouco dos
cenários violentos dos coronéis do sertão baiano.
Escrita em 1959, esta pequena obra, Jorge Amado narra a
história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha,
vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa
altura da vida decide abandonar a família e a reputação
ilibada para juntar-se à malandragem da cidade.
Romance que mostra a miséria do povo nordestino,
a crítica social e política e a hipocrisia do ser humano,
nesta grande obra forte e necessária de Jorge Amado.
Fogosa pastora de cabras e namoradora de homens,
a adolescente Tieta é surrada pelo pai e expulsa de Santana
do Agreste graças à de suas aventuras eróticas por parte
da irmã mais velha, a pudica e reprimida Perpétua.
Um quarto de século depois, rica quarentona,
Tieta retorna em triunfo ao vilarejo, no interior da Bahia.
Com dinheiro e influência política, ajuda a família e traz
diversos beneficios à comunidade, entre eles a luz elétrica.
Mas aos poucos o narrador vai plantando no leitor a dúvida,
o descrédito, até revelar a história oculta da protagonista:
publico em 1977, o romance foi adaptado com sucesso para a
televisão e o cinema. A narrativa descontínua, feita de
avanços, recuos e mudanças do ponto de vista, atesta amaturidade literária de Jorge Amado e mantém até hoje
o impacto e o frescor.
Essas foram as 7 obras mais importantes de Jorge Amado,
na minha opinião um dos maiores escritores brasileiro.
De qual você gostou mais? Tem alguma obra que você gosta
e que eu não comentei aqui? me fale nos comentários.
Até a próxima!




0 Comentários